| A língua é viva |
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A necessidade da reafirmação que ?eu sou eu mesmo? sempre tem respingos na língua. O idioma é vivo e vai se construindo geração a geração independente de leis que gostariam de impedir esta mudança natural. Às vezes a mudança não parece, nem de longe, melhor que o idioma formal. Mas não adianta espernear, vai mudar assim mesmo. O que estou dizendo hoje será dito de forma diferente amanhã, e só será compreensível e acessível a grande massa se for dito de outra futura maneira, qual será? A grande maioria das pessoas resiste a avançar para a data presente (quanto mais ao futuro!). Talvez seja por isso que somos chamados de velhos e não de ?jovens há mais tempo?. Por conta disso, empresas tradicionais quebram ainda que tenha sido sinônimo de progresso, pois se apegaram aos anos de glória e não chegam à data presente. A forma tradicional de educar com quadro negro, cartilha e lição de casa, apesar de ter sido eficiente antes, não atinge mais nem o resultado nem o interesse dos estudantes. O que seria dos anúncios comerciais se mantivessem o mesmo enredo de outrora, será que estariam vendendo?
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